
O ar comprimido é essencial em muitos processos da indústria, nos mais variados segmentos. Porém, a qualidade dele pode ser prejudicada por contaminantes, presentes no ambiente ou introduzidos durante a compressão e distribuição. A umidade, óleo e partículas sólidas são alguns deles, por exemplo.
Sem o controle correto, esses contaminantes afetam equipamentos e impactam em linhas de produção, além de prejudicar a qualidade de produtos. Como resultado final, o prejuízo se manifesta em maiores custos de manutenção, perdas de produtividade e paradas inesperadas.
Quais são os principais contaminantes do ar comprimido?
Veja a seguir os elementos que impactam negativamente na operação, produto final e também nas contas de quem opera com ar comprimido.
Umidade do ar
O ar ambiente contém vapor d’água, que entra no sistema durante a compressão. E, com a redução da temperatura, esse vapor pode acabar condensado na rede de ar comprimido, o que traz alguns problemas.
Afinal, o condensamento pode favorecer a corrosão de tubulações, reservatórios e componentes pneumáticos. Soma-se aos problemas também o prejuízo a ferramentas e equipamentos que dependem de ar seco e, em algumas aplicações, também pode ocorrer contaminação em matérias-primas.
Óleo e partículas sólidas
Além da umidade do ar, outros problemas para a rede de ar comprimido podem ser causados por óleo e partículas sólidas, dependendo da tecnologia do compressor e condições do sistema.
Neste caso, os contaminantes também podem causar vários problemas para operações industriais: desgastes, obstruções, falhas em válvulas, atuadores e diversos outros componentes em uma planta.
Na prática, o óleo e partículas sólidas podem contaminar superfícies, matérias-primas e produtos acabados. E isso pode ter um impacto arrasador, especialmente em processos industriais mais sensíveis.
Quais são os principais riscos dos contaminantes?
Os efeitos do ar comprimido contaminado vão muito além do impacto a materiais e equipamentos, que já seriam ruins o suficiente por causar falhas, desgastes prematuros, maior frequência de manutenção e paradas não planejadas.
Afinal, nos processos em que o ar entra em contato direto ou indireto com o matérias-primas, a contaminação também pode comprometer a qualidade de produtos e gerar prejuízos ao final da linha.
Por isso, controlar a qualidade do ar comprimido é essencial para aumentar a confiabilidade da operação e reduzir riscos produtivos que impactam no faturamento ao final do mês.
Como garantir a qualidade do ar comprimido?
Assegurar um ar comprimido de qualidade na operação depende da realidade e objetivos de cada negócio.
Porém, há boas práticas recomendadas para diversas operações, como monitoramento correto do sistema, realização de manutenção preventiva e drenagem adequada do condensado. A utilização de filtros e o controle da umidade por meio de secadores também aparecem como estratégias extremamente importantes.
Por isso, a Pressure oferece soluções que garantem um ar de qualidade, como a linha Pure Air (compressores isentos de óleo) e o Supra DryAir, secador por refrigeração com filtros integrados para o tratamento de ar.
É justamente a combinação adequada entre geração de ar comprimido, filtragem e secagem que ajuda a proteger equipamentos, preservar a qualidade de produtos e manter a estabilidade na produção.



